Conheço diversas pessoas que se achavam indispensáveis, insubstituíveis! A maioria já foi para o cemitério, mas alguns pobres trabalhadores andam pelos corredores afirmando: “Porque eu sou a empresa!” - Será que ele é dono ou apenas um gerente? Talvez ele deva ler o livro: Procurar emprego nunca mais - do jornalista Marco Roza, que um dia se viu sem eira nem beira e teve que se reinventar. Em tempos bicudos, mantenha a cabeça fora da empresa, reative seus contatos e verifique se não é melhor abrir um quiosque de picolé no metrô. As empresas ao definir cortes de pessoas falam em “head count” em português contagem de cabeças como se fossemos gado.

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